19.5.09

Diz que não! Não, não digo.

imagem: google
Não me apetecia nada falar sobre isto, mas vá lá atão que hoje até ‘tou bem disposta e com pachorra para a coisa. (Aviso à navegação: dispenso comentários de carácter moral-ó-éticos, ‘tá? Tá, pois.) Touradas. Sim, aquela coisa em que metem homens, touros e cavalos dentro de um recinto cheio de areia e os deixam correr à vontade. Aquela coisa em que é suposto o cavalo correr à frente do touro e o touro atrás do cavalo (basicamente, um como que faz de conta que está a fugir e o outro como que faz de conta que está preocupado com isso). Aquela coisa em que quem está montado no cavalo tem uns ferros todos enfeitados para espetar no bichano (no touro, de preferência) após feita a devida pontaria (importante, isto). Aquela coisa que também por lá tem uns gajos vestidos com aqueles fatinhos todos justinhos e cheios de brilhantes e que usam umas coisas cor-de-rosa e amarelas para correrem à frente, ao lado, atrás, etc., do touro. Siiiiiim, aquela coisa em que há uns outros gajos que se vestem todos de igual, também eles com uns calçonitos assim apertadinhos e que têm a mania, vá-se lá perceber, de fazerem moches ao coitado e desprevenido do touro. Ora, como toda esta gente teria muito mais que fazer caso não houvesse outro tipo de incentivo para andarem a brincar com os animais, ainda por lá andam outros gajos e gajas que decidem custear a coisa, contribuindo monetariamente para poderem assistir a toda aquela rambóia. Pronto. Acho que já estamos todos mais ou menos enquadrados na coisa. Esta coisa das touradas, de vez em quando, também tem por lá uns Senhores e umas Senhores (reparem no trato cuidado que lhes dou enquanto que para os pagantes, foi gajos e gajas) que, muito calmamente e com toda a educação deste mundo, manifestam a sua opinião e convicção de que no grupo anteriormente descrito, haverá elemento solitário ludibriado para estar presente, sendo tal presença contra vontade do mesmo, portanto, e que, ainda por cima, depois de o apanharem por lá, ainda o injuriam, chamam nomes e causam feridas.
Ora, a injustiça da situação leva a que estes Senhores e Senhoras se desloquem dezenas e dezenas de quilómetros para que possam estar presentes nos tais eventos de modo a dar voz ao tal elemento solitário, garantindo assim que os seus direitos se encontram assegurados e devidamente acautelados. Imbuídos deste espírito de solidariedade, estes Senhores e Senhoras consideram legítimo e correcto apresentarem argumentos e motivos para que os gajos e gajas (letra minúscula, reparem) que optam por custear tais actividades de grupo o deixem de fazer, poupando tais quantias para outras coisas mais úteis à sociedade, à família, ao país e, quem sabe, à humanidade em si. A bem das finanças da nação e da defesa de seres inocentes e contrariados, estes Senhores e estas Senhoras defendem afincadamente os seus ideais e princípios, expondo-os aos presentes da melhor forma que sabem, podem e querem. Eu acho muito bem. A liberdade de expressão é algo mais que consagrado e acho muito bem que cada um opte por usufruir dela sempre que possível (e eu agora vou usufruir da minha de outra forma…). Vai quem quer. Bom ou mau, péssimo ou fantástico, tanto é liberdade de expressão optar por ir como optar por não ir. Ninguém devia ser criticado ou ofendido e injuriado por tomar uma decisão sobre participar livremente numa actividade que continua legal e aberta ao público, tal como ninguém é injuriado ou criticado por optar por não ir. Não é coisa que se tenha de gostar ou odiar. Isso não interessa para nada. É irrelevante. As touradas existem ponto-final. E enquanto existirem, recuso ser alvo de comentários que atendem ao meu carácter enquanto ser humano por eu decidir, livremente, pegar nos euros que trabalho para ter e custear este tipo de coisa. Criam-se cartazes de gente com ferros espetados nas costas e a vomitar sangue para chocar. “E se fosses tu na arena?”, perguntam outros. “Diz não às touradas”, ordenam. Sem meter no mesmo saco, mas falando na mesma sobre o que é esta coisa de defender causas, porque não se fazem cartazes contra a violência doméstica que coloquem essa mesma pergunta? “E se fosses tu a levar na tromba?”, por exemplo. Porque é que não há activistas que se metem à porta dos agressores a chamares-lhes nomes? Então, porque é que quem é activista anti-tourada pensa ter o direito de ir para a porta de uma praça de touros chamar “Assassinos” a quem entra? O que é que lhes confere esse direito? Que direito é esse? A correcta defesa dos animais que são tão mal tratados por gentinha sem carácter não é feita através do insulto a uma tomada de decisão. Não é por se criticar uma decisão, uma opção, seja o que for, que isso vai ajudar os animais. Vão para o campo. Libertem-nos. Levem-nos, tal como se faz com outros animais mal tratados (não são retirados aos seus donos?). Aí sim defenderiam os animais. À frente de uma praça, cartaz ensanguentado em mãos e língua afiada pronta a atacar, não é a melhor forma.
“Acaba-se com a procura e acaba-se com a oferta”. Pois. A lógica está boa. Então, refugiem todos os animais, todas as mulheres, todas as crianças, todos os idosos e quem mais restar. Coloquem-nos em ilhas para que não haja, no mundo dos agressores, oferta. Talvez aí eles não procurem... Vai quem quer. Quem não quer, que não vá. Ninguém é obrigado a ir ou a ficar em casa. Ainda estou para ir a corrida de touros e ter lá gente a manifestar-se tão criativamente contra a minha ida. No fundo, é isso que fazem. Manifestam-se contra as pessoas irem, e não contra as touradas existirem… Ou pelo menos é o que dão a entender. Ordenar “Diz não às touradas” não ajuda a que se acabe com elas… “Diz não à droga” também foi muito popular e não foi por haver mais gente a dizer que não que a droga deixou de existir... Organizem-se. E, já agora, vão barda merda.

13 comentários:

Corrector Ortográfico disse...

Eu não vou às touradas porque, apear de ter uma banda de música, nunca me deixam cantar!

Der resto... cagarim, cagarou, quem quer ir vai, quem não quer não vai, que se f***.

Já gostei de touradas e já as vi. Perdi-lhe o gosto quando se tornaram espectáculos televisivos e aí perdeu-se a essência da coisa.
Ora vejam só: a música, as voltas à rena, eram somente para quem merecia..

Agora... Um cavaleiro espeta um ferrinho qualquer... Pimbas, música com fartura! Depois TÊM SEMPRE que trocar de cavalo, acho que é para que a gente saiba que têm mais que um. Espetam outro ferrinho... Pimbas, mais música... E TAMBÉM TÊM SEMPRE QUE PEDIR MAIS UM FERRO, FODA-SE... (Desculpem)
O gajo tem o azar de lhe sair um manso e, por muito bom cavaleiro que seja, a corrida sai uma merda (sem ofensa ao blog, ME). Chega ao fim O gajo agradece discretamente e vai-se embora??? NÃO!!! VOLTA E VOLTINHA À ARENA... Foda-se, a volta à arena TEM QUE REPRESENTAR QUALQUER COISA...
Enfim, perdeu a graça para mim, a tourada. De resto, como não sou fanático de nada, penso assim: quem vai, vai, e que se foda! Quem não vai, não vai e que se foda!

(Desculpem tanto palavrão mas estou irritado)

Cristiana disse...

Me,
Olha Olha hoje também fui à Tourada no T12 ... bem a minha visão é outra, eu gosto de Touradas de Touros e dos Toureados ... pontos de vista! O que é que se vai fazer, nada!

Lizard King disse...

Oi Me,

Sou fã de touradas e gosto de frequentar esses burgos para mim é um prazer e um privilegio. Sou daquele leque de pessoas que se descolocou inumeras vezes ao país vizinho para ver algumas alternativas e boas corridas com toureiros de excelência.
Acredito na liberdade de expressão e também não vou com cartazes para as barragens, açudes e mar gritar e protestar contra a pesca desportiva porque os peixes coitados são "enganados" para morderem o anzol...não vou pura e simplemente mas respeito quem vai e quem se levanta às 4h da manhã ou não se deita para estar 12h a olhar para a boia à espera que pique.

Talvez por ter nascido em terra de tradições tauromáquicas, talvez pela ascendência Barranquenha que tenho para mim é algo natural e intrinseco à minha pessoa e posso dizer que quando uma pega é bem executada, um ferro bem cravado ou uma estocada bem dada e sensação adrenergica que me percorre é igual a quando Portugal marca golo nos Europeus ou Mundiais...é indescritivél e ....bom!!!!

Se as corridas e as largadas forem proibidas o touro bravo extingue-se porque este não é criado para o matadouro ( que é muito mais humano ...para quem nunca entrou num, claro), nem para bicho de estimação...pura e simplesmente desde a antiga Grécia e Roma a função do Touro de lide é essa: ser lidado.
São opiniões e gostos pessoais, chama-se livre arbitrio e não me lembro de ter nunca obrigado ninguém a ir ou a mudar de opinião mas também não admito que o façam comigo ou me chamem barbara...porque gritam à porta das praças mas abandonam o cão, deixam o vizinho bater na mulher até a matar e se for preciso nem sabem como está o filho na escola. estou a generalizar porque o que sentem ao ler esta generalização é o mesmo que eu sinto face aos seus protestos: falta de respeito por uma escolha e decisão que são minhas única e exclusivamente.

Respeitem para serem respeitados. Com o país à beira da rotura e preocupam-se com algo que ainda influi na economia do país positivamente. Para quem não sabe, temos das Ganaderias mais conceitudas e exportamos toiros para quase todos os paises de tradição tauromáquica e cavalos então são mundialmente conhecidos. Porque para quem também não sabe a criação de puro sangue Lusitano tem como fim produzir bons cavalos de toureio,porque fora isso e a equitação do trabalho não tem grandes aptidões para mais nada.

Beijos e Xau que este assunto "cansa-me"

K disse...

Já eu não gosto de touradas e não as percebo. Ponto. E sim, acho que é assim uma coisa primitiva, vá. Porque, e apesar dos argumentos que os touros usados são única e exclusivamente criados com esse propósito e que só servem mesmo para as lides tauromáquicas, não consigo perceber que faça sofrer um animal para gáudio dos humanos. E não me venham cá dizer que espetar ferros no lombo do animal não causa sofrimento! Aliás, para mim, a única coisa que me agrada nas touradas é quando um toureiro é atingido pelo touro, de preferência com um corno bem espetado nas partes baixas, e eu largo um sonoro "Bem feita!". A única coisa que eu considero justa são os forcados. E também não me vale de justificação todos os outros males que há no mundo, porque sempre me ensinaram a não justificar o mau com o mau. É como eu passar a ser desonesta e sacar dinheiro que não me é devido porque toda a gente o faz. A tradição também não me serve de todo como justificação, porque o ser humano tem capacidade de evoluir e terminar com coisas menos justas.

Poderíamos eventualmente dizer, e lembrando um conversa que tive recentemente com alguém que também defende as touradas, que tenho pouca legitimidade para falar contra as mesmas uma vez que tenho um gato enfiado dentro de quatro paredes que esterilizei por meu próprio interesse. Poderia eventualmente escudar-me por detrás dos argumentos que o gato há muito é um animal doméstico, que este em questão foi apanhado na rua com 1 ou 2 meses de vida depois de ter sido abandonado e que seria pouco provável que sobrevivesse na rua, e que sem gata iria sofrer com o cio, porém o que realmente me interessa é que o meu gato não me parece sofrer. Se sofrer é pela falta de atenção que por vezes lhe dou, por ficar sozinho, e por não lhe poder dar companhia felina, factos que já me pesam bastante na consciência.

Poderíamos igualmente dizer que me falta legitimidade, porque afinal continuo a comer carne e peixe, e como infelizmente sabemos as coisas não se passam nos matadouros como seria suposto, ou seja, sem causar sofrimento aos animais, porque o ser humano consegue ser uma besta insensível preocupada meramente com lucros, mas há muito reduzi a quantidade de carne e peixe consumido (até porque biologicamente não precisamos de tanto - a quantidade diária necessária é equivalente à palma da mão - e se assim todos o fizéssemos talvez houvesse menos problemas), faço muitas refeições só com vegetais e já ponderei várias vezes ser lacto-ovo-vegetariana (tendo em conta o que se passa nos matadouros, porque lá está, tenho uma consciência maior que eu).

Custa-me que se faça sofrer os animais. Ponto. Seja nas touradas, seja em circos e afins, seja na caça, seja na questão do abandono, seja em cães de grande porte enfiados em apartamentos que pouco ou nada saem à rua, seja na questão da sua criação e morte. Custa-me e não percebo. E nunca irei perceber. E vou dizendo não ao que consigo - a começar pelas touradas que não lhe vejo qualquer objectivo funcional.

(atenção que muitos, mas não todos infelizmente, dos manifestantes são vegetarianos, que não usam peles, e quanto muito salvam animais, com preocupações ecológicas e ambientais bem vincadas; e também não me parece que andem a arrear porrada em ninguém – o que de qualquer modo não lhes justifica a maneira como se manifestam)

(desculpa lá amor, mas não consigo ficar calada)

PKB disse...

Odeio touradas. E mais não digo. Beijinhos.

Me disse...

Corrector,
Tenho de concordar contigo.
As coisas já não são como antigamente. Quando vou a uma corrida, é raro bater palmas (a não ser aos forcados – sempre), a não ser que o touro merca e a não ser que o toureiro tenha feito um trabalho de excelência para além da sua obrigação profissional.
Para quem gosta de touradas e afins, é triste perceber que a coisa anda meio caída, mas há por aí uns novos talentos que, pelo menos, tentam manter alguma dignidade na coisa.
Menos mau.
E não te irrites, pá, que ficas velho.
Beijos!

Me disse...

Cristiana,
Houve tourada no T12 e não me convidaram????? MAU!!!
Tenho de ir lá ver as faenas que andaram por lá a fazer :)
Gostas dos touros, touradas e toureados? Também eu!
:) Beijos, linda


Lizard,
Subscrevo tudo o que disseste, especialmente a parte do “cansa-me”.
Eu ainda levo com mais algumas coisitas devido a este assunto… Ribatejana assumidíssima em Lisboa… referências a largadas e coisas afins… É como eu depois digo: É que eu não sou mesmo de cá…”. Impressionante o que 50 kms fazem, mas enfim.
Beijos para ti :)

Me disse...

K,
O que disseste está tudo bem, ainda que me pareça um pouco fundamentalista. É tal como os defensores das touradas dizerem aos que protestam contra as mesmas que, assim sendo, nem uma mosca deviam matar, que não deviam comer carne… etc, etc, etc.
Continuo na minha: enquanto for legal e aberto a todos, é indiferente uma pessoa gostar ou não. Vai quem quer. É-te indiferente que eu goste, é-me indiferente que tu não gostes. Não me obrigas a não ir, nem eu a que tu vás.
Pessoalmente, não gosto de ver ninguém a aleijar-se ou a magoar-se numa corrida e também não gosto de ver os bichanos a sofrer. E isso dá para ver perfeitamente. É claro que aquilo lhes dói, mas daí até estarem em sofrimento ainda vai um cadito.
Dou-te um exemplo: há dois anos, fui a uma corrida onde, durante a pega, o touro partiu uma perna. Só se viu quando os forcados o largaram. A praça levantou-se toda, tudo a gritar para se retirar o bicho. Chamou-se o veterinário para se abater o touro logo ali (com injecção). Mas o parvo, bravo e em sofrimento, não deixava ninguém chegar perto e lá continuava a andar de um lado para o outro a marrar contra o que apanhasse. Tiveram que o apanhar à corda e obrigá-lo a deitar-se para o tirarem da praça. Ninguém gostou do que aconteceu. Ninguém. Estava um clima pesado, tudo a lamentar a situação e com pena do touro.
Quem gosta de touradas não gosta de ver nada nem ninguém a sofrer. Muito menos o touro. Reclama-se quando um toureiro exagera na quantidade de ferros, Reclama-se quando um bandarilheiro exagera no cansar do touro. Reclama-se sempre que o touro não é tratado com dignidade.
Outro exemplo, as largadas. Já vi brigas entre gente crescida por alguém atirar coisas ao touro (por exemplo, copos de plástico cheios de areia… água… etc.). Eu própria já me envolvi em meia dúzia de discussões com gente parva que de valente e “aficionado” pouco ou nada tem, mostrando a sua coragem através de um punhado de areia atirado aos olhos do touro. Já reclamei com gente que se mete aos pontapés aos cornos do touro quando este se encosta às tronqueiras. Já briguei com gente que se mete a chamar o touro para as tronqueiras para que ele marre contra as mesmas. Não há necessidade de estar a provocar isso… o touro corre o risco de se magoar, as pessoas o risco de levarem com ele em cima se por acaso conseguir partir as tronqueiras. Já vi gente levar porrada (mesmo) por, numa vacada, terem atirado com um contentor do lixo para o caminho da vaca. Não lhe tocou, mas contou a intenção e o infractor foi devidamente civilizado através de meia dúzia de mocadas… Tudo isto parece contraditório, mas é assim. Quem gosta, gosta mesma e gosta de uma maneira difícil de explicar. No touro não se toca, não se faz mal, não se faz nada que seja despropositado.
Ouve, podíamos passar o dia a dar exemplos de coisas que se fazem no dia-a-dia e que não respeitam isto ou aquilo e que, todas juntas, são uma enorme contradição ou prova da nossa incoerência enquanto pessoas e seres humanos.
Mas pronto.
Beijos minha querida. ‘Tás mais que perdoada :)

Me disse...

PKB,
Justíssimo.
:)

K disse...

E a falar é que a gente se entende! Gosto de pessoas que sabem conversar. Folgo em saber que há mais dignidade, ou justiça, do que poderia supor. Porém não mudo a minha opinião e continuo a achar que é despropositado.

Já fundamentalista somos todos um pouco quando calha defender algo que acreditamos - como tu também o foste. (e eu ainda por cima sou demasiado fiel a mim mesma e tento ser o mais coerente possível com os meus ideais e ideias...)

Baci mille. Tenho saudades tuas mulher!!

(mas olha querida, há mesmo alguns que nem uma mosca matam! a não ser que seja sem querer!)

Me disse...

Oh!
Não fui nada fundamentalista! Tirando a questão do direito de expressão e tal...

Oh. Ehhh.
Eu mato moscas. E melgas. Detesto melgas e mosquitos. E outros seres voadores que ou me possam morder ou que possam pôr ovos e assim dar continuidade à espécie dentro da minha casa... Mato-os todos.
:)

Beijos linda. As saudades terão de morrer noutra altura que isto não anda muito fácil. You understand.
Me sorry.
Beijos repenicados e barulhentos para ti.

PKB disse...

Mas em contrapartida, gosto de ti! =))

Me disse...

PKB,
:)
E eu de ti... mesmo que tu não gotes destas outras coisas...
Beijos
:)