11.10.09

Texas… We have THREE Problems.

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Na manhã seguinte, liguei para o gerente do concessionário/oficina dando conta do caso (ele desconhecia). Briga. Disse que ia averiguar o caso. Perguntei pelo gasóleo. Respondeu que era política, imposta por ele, da oficina para terem a certa que os carros eram entregues aos clientes nas melhores condições. Enquanto decorria conversa, ligaram-me da oficina em si. Terminada a conversa, ligaram-me de novo, desta vez as duas alminhas juntas, para me informarem que podia ir buscar o carro. Que tinha havido grande eficiência e eficácia no arranjo e que afinal, tinha sido uma coisa simples. Disseram-me que o valor do gasóleo seria descontado na factura… factura essa que seria inexistente sendo que eles depois me fariam uma atenção da próxima vez que lá fosse. Fantástico. Fui buscar o carro. Pedi declaração explicando a avaria. Hei-de a receber por correio um dia destes. Carro estava bom. Mesmo após os 56 kms que Chefe de Oficina terá feito para testar a coisa. Por entre explicações e semi-pedidos de desculpa, fui-me embora. Mais tarde, ligaram-me do serviço de apoio a clientes, para concluir o caso. Disseram-me que eu afinal não tinha tido direito a viatura de substituição porque o arranjo demorou menos de 24 horas. Confusa com tal notícia, perguntei que contas teriam feito para chegar a essa conclusão. Então, ao que parece, e tendo por base que o carro terá dado entrada na oficina por volta das onze da manhã e que a avaria estaria resolvida aí por volta das 16:00 horas, aqui a Je, mesmo tendo ficado apeada e a custear a bela viagem do chefe de oficina, não reunia condições para receber viatura de substituição. Referi que o carro teria sido levado pelo Chefe de oficina, fazendo com que eu apenas o tivesse recebido pelas 15:00 do dia seguinte. Responderam-me que tudo bem, mas que a avaria estava resolvida às 16:00 horas do próprio dia, logo… Digamos que a conversa não correu bem visto para mim ser incompreensível que conseguissem colocar as coisas naqueles termos, especialmente quando havia provas em como eu teria ficado sem o meu carro, por “culpa” da oficina por mais que 24 horas. O rapazito, a este ponto, terminou a chamada, despedindo-se de mim de forma seca. E pronto. Fim de história (desta vez sem tanta piada, não é?) Aquela expressão do “anda meio mundo a tentar enganar meio mundo” passou a ter um significado muito especial para mim. Fiquei sem carro por uma coisa que não foi culpa minha, não me deram um pelo seguro porque a oficina não enviou diagnóstico e não me deram outro pela marca porque o arranjo demorou meia dúzia de horas (sendo que 56 kms não entram para o balanço nem noite passada sem lá onde à porta da casa do chefe de oficina enquanto eu andei de boleia em boleia). Moral da História: Sinceramente, não sei. Ninguem primou pela moral neste caso. Nem eu. Devia ter agredido alguém e não o fiz.
Aos Exmos Filhos de uma Granda Puta que passaram pela minha vida naqueles dias, podem ir todos, com todo o respeito do mundo, levar com varetas de óleo pelo cu acima. E prontes. Não continua (penso eu).

Texas… We have TWO Problems

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A salvação veio sob a forma de fato de macaco amarelo, cabelo curto e ego insuflado até às nuvens que tão delicadamente descarregavam água sobre nós. Ligou-me para saber onde estava e disse-me que iria demorar aí uns 10 minutos. Trinta segundos depois, estava ao pé de nós.
Eu – Mas você disse que ainda ia demorar 10 minutos! Cromo GT – Estava mesmo ali na rotunda… demorei menos! Tendo por base que do sítio onde estava quase que dava para ver a rotunda, arrumei o assunto e pronto mas porra, pá. Mentirinhas brancas irritam-me mais que as outras.
Cromo GT – Então, o que é que ele tem? Sr. Mr. Gajo – Não tem óleo. Eu – Perdeu óleo. Cromo GT – HUH?!?!?! E já vinha a perder óleo desde onde? Eu – Sei lá! Se calhar desde que acendeu a luz… Pela auto-estrada fora provavelmente. Cromo GT – Óleo?!?! Eu – Então… mais trabalhinho para vocês. Até me deviam era agradecer… Por entre conversas sobre posse de Audi com mais 200 cavalos do que o normal que lhe teriam sido enfiados no carro à borla por um qualquer mecânico informático, sobre carros da BT que não o conseguem ultrapassar (e, pelos vistos, multar também não) e sobre amigo que tem Porche que não chega nem aos calcanhares do pequeno bólide Alemão, lá foi ajeitando a coisa para carregar o Brutus para cima do reboque (enquanto este teimosamente ia deixando pequenas poças de óleo por onde passava). Cromo GT – A Seat é uma boa marca… É Volkswagen… Eu – Audi… Cromo GT – Eles têm o Cupra. Esse é que anda nas horas. Eu – Pois… Sr. Mr. Gajo – (silêncio) Cromo GT – Mas também há o Cupra a gasóleo. Eu – Não há nada. O Cupra tem várias motorizações, mas nenhuma delas a gasóleo… Cromo GT – Têm, sim! Esse também é muita bom! Nem parece ser a gasóleo! 150 cavalos! Eu – Mas não é Cupra… Cromo GT – É! Sr. Mr. Gajo – Não, pá. É este aqui… É o FR. Gasóleo… 2 mil de cilindrada e 170 cavalos… Cromo GT – Não é nada! Eu – Vá ver. Foi ver a parte de trás do carro e deu dois passos para trás. Ainda o tive para lembrar que o banco, volante e manípulo das mudanças também estão cheios das letras FR, mas pareceu-me um exagero visto ele já ter estado dentro do carro e tal. Ainda pensava que o estava a chamar de totó. Cromo GT – E perde assim óleo?!?! Porra! Eu (em pensamento) – /#&$”!=)#/R!!!!!!!
Decidimos que era melhor terminar aí a conversa e depois de ter preenchido a papelada, lá nos fomos embora para escoltar Brutus e Cromo GT até à oficina da Seat. Demoramos aí uns 40 minutos para fazer o trajecto portagens de Alverca – Santos. 40 minutos em que Cromo GT decidiu impor o passo de caracol, não ultrapassando os 60 kms hora na auto-estrada. Antes de Cromo GT chegar, tinha ligado para o concessionário/oficina onde tinha comprado o carro para avisar que ia por lá aparecer um Brutus mortalmente ferido. Eu – Bom dia! Tudo bem Sr. Vendedor?? Sr. Vendedor – Bom dia! Eu – Você vendeu-me uma bela bosta de carro, sabia? Sr. Vendedor – Só agora é que descobriu? Hehahehaheha!!! O que é que aconteceu? Eu – Óleo e travões, mas pelos vistos é tudo devido ao óleo que ele agora não tem. Sr. Vendedor – Mas bateu com o carro? Eu – Não… Eu não fiz nada! Foi ele sozinho! Sr. Vendedor – Então traga lá o carro para cá para vermos isso. E foi o que fizemos na companhia do Cromo GT. Chegados à oficina, descarregou-se o carro e deu-se entrada do paciente. O Cromo GT, apesar dos apesares, não colocou o Brutus a trabalhar uma única vez (o que lhe deu trabalho extra com o reboque). Os gajos da oficina? Qual motor sem óleo qual carapuça. Meteram-no a trabalhar para o levar para dentro da oficina e depois novamente para o mudar de lugar. Nesse primeiro momento, Sr. Mr. Gajo mostrou um cadito os dentes ao Vendedor… Sr. Mr.Gajo – Eh, pá. O motor assim sem óleo até funciona melhor… fica com um som mais solto, não é? Ouça só. Sr. Vendedor – Ahhh… pois…. Deixou-se lá o carro (menos uns litros de óleo) e o Sr. Mr. Gajo foi-me levar ao trabalho. Eram aí umas 11:30 da manhã. Cheguei ao trabalho perto do meio-dia, toda desarrumada e com uma molha em cima, mas segura de que tudo se resolveria. Liguei para o seguro para saber se teria direito a carro de substituição. Disseram-me que sim, desde que a Oficina enviasse declaração com uma data de informações atestando a situação do carro. Liguei para a oficina, mas não para falar disso primeiro. Como a avaria era por defeito do carro, activa-se a garantia e pimba, a marca tem de fornecer carro de substituição. Pensei que caso o seguro não cobrisse aquilo, então com a marca estaria safa. Informaram-me (e agora vou dispensar os diálogos porque não foram nada bonitos e não me apetece fazer esforço para recordar a quantidade de vezes que repeti as palavras “garantia” e “direito” e “falta de honestidade” e “engano”, etc.) que eu não teria direito a viatura de substituição porque eu, oh parvinha-tontinha-idiota, em vez de ligar para o serviço de mobilidade da seat, liguei para o seguro a fim de activar um serviço incluído num seguro contra todos os riscos que custa aí uns mil euros por ano. Perguntei coisas parvas como, por exemplo, e se tivesse sido eu a levar o carro sozinha? E se por acaso o carro tivesse tido aquela avaria dentro da oficina? Ou à porta da oficina em si? Responderam-me sempre que não. Depois de discutida e mais que discutida essa “política da empresa” pedi que me enviassem fax para a seguradora para que me dessem carro. Disseram que sim e ainda acrescentaram para eu, da próxima vez, não recorrer ao seguro mas sim ao serviço da marca (que eu, na altura, nem me lembrei existir e muito menos sabia que se não o usasse, ficaria sem viatura de substituição). O dia passou e aí por volta das cinco e meia da tarde, ligaram-me da oficina dizendo que teriam já o problema meio resolvido e que queriam a minha autorização para o chefe de oficina levar o carro para casa a fim de testar a solução encontrada. Imaginei pensos rápidos e bocadinhos de lã em forma de remendo… Mais uma briga. Porque é que não podia ser eu a levar o carro? Ninguém o conhece como eu… Disseram-me que o Chefe de Oficina estava mais que nem qualificado para testar o carro… Perguntei quem iria pagar o gasóleo de tal voltinha… Disseram-me que teria de ser “o cliente a custear certas coisas”, como se fosse um favor que me estavam a fazer. Mais briga. Pedi novamente para enviarem o fax, mas informaram-me que não poderiam incluir o diagnóstico de avaria do carro porque o carro estaria ainda em fase de diagnóstico e que só no dia seguinte poderiam enviar tal fax. Pedi para enviarem fax na mesma tendo ligado de seguida para a seguradora a confirmar que a teriam recebido. Receberam, mas como a mesma estava incompleta, não me iriam dar viatura de substituição. Briga. Expliquei tudo. Tudinho. O gajo que me atendeu foi irredutível. Como o fax da oficina não dizia qual o diagnóstico nem quanto tempo previam para o seu arranjo, ainda que o mesmo estivesse com eles (e não comigo), não me iriam dar viatura. Esta conversa durou pouco tempo. Disse ao gajo que não queria falar mais com ele, para ele parar de falar e que iria desligar o telefone. Ele continuou a falar e eu informei que se assim fosse, desligava-lhe o telefone na cara. Lá me desejou um bom resto de tarde e eu efectivamente desliguei-lhe o telefone na cara. Liguei para Serviço de Clientes da Seat, dando conta do sucedido. Por entre muita conversa trapalhona de jovem imberbe que me atendeu a chamada, lá me disseram que se a oficina tivesse enviado faz para eles a dar conta da situação, e mesmo eu não tendo chamado o serviço de mobilidade, teria tido tido direito a viatura de substituição, que o concessionário estaria mal informado quanto aos direitos dos clientes, etc coiso e tal. Adorei a notícia. Valeu-me de grande merda. Nesse dia, fui para casa de metro e comboio. Sem problemas. Foram-me buscar a Vila Franca de Xira e no dia seguinte, levar a Vila Franca para nova viagem de comboio e metro. Há coisas fantásticas neste mundo. Ter dois pássaros na mão e depois virmos que com uma só fisgada nos conseguem matar os dois é uma delas. Continua. (sim, continua…).

7.10.09

Texas... We have a problem.

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Terça-feira passada. 08:10 da manhã. Ao telemóvel. Eu – ‘Tou!! Bom dia!!! Sr. Mr. Gajo – ‘Toooouuuu…. Eu – Bom diiiiiiaaaaa!!!! Sr. Mr. Gajo – ‘Tás-me a gritar aos ouvidos porquê?!?! Eu – Desculpa... Ahhhh! Olha, antes que digas alguma coisa, eu sei que é grave quando se acende uma luz nos painel de controlo de um carro… Sr. Mr. Gajo – Hmmm…. Eu – O que eu preciso saber é se posso fazer 100 kms com esta luz em particular acesa… Sr. Mr. Gajo – Qual luz? Eu – A do óleo… Sr. Mr. Gajo – Qual óleo? Eu – Ouve lá… é vermelha é parece um galheteiro… Sr. Mr. Gajo – Tens de parar para ver a que óleo essa luz diz respeito. Há mais do que um óleo no carro… Paras, esperas 10 minutos e depois verificas o nível do óleo. Eu – Mais do que um??? ‘Tá bem. A seguir às portagens… Já te ligo. Eu – Brutus… Brutus…. Coisa boa da Dona… são só 100 kms. Temos de negociar isto! Brutus – Alert! Galheteiro vermelho!!! Alert!!!! Eu – Vá lá… não sejas assim! Passo as portagens de Alverca. Encosto à direita (naquele estacionamento onde se vêem os camionista a dormir). Eu – ‘Tou??? Sr. Mr. Gajo – Atão? Eu – Já sei qual o óleo!!! Sr. Mr. Gajo – Atão? Eu – É o dos travões! O gajo das portagens achou que eu ia fugir a pagar. Não lhe apeteceu parar. E até mesmo para parar onde estou, tive que usar o travão de mão… Sr. Mr. Gajo – Pois… Então vou ter contigo. Chama o reboque. Brutus - Alert! Galheteiro vermelho!!! Alert!!!! Galheteiro vermelho!!! Sr. Mr. Gajo – ‘Tás onde? Eu – Oh, pá. A seguir às portagens de Alverca. Desliguei o Brutus. Chovia. Para caraças. Linha de assistência em viagem da seguradora “Estamo-nos a cagar para os clientes” – Cagões para os amigos. Voz da atendedora automática – Ligou para os Cagões. A sua chamada é muito importante para nós. Por favor aguarde. A sua chamada foi colocada em linha de espera. Eu – Filhos da puta devem achar que eu acredito que haja linha de espera a esta hora mentirosos de mer- Voz da atendedora automática – Ainda não nos foi possível atender a sua chamada. Por favor aguarde. Eu – Olha, olha, olha… Voz da atendedora automática – Ligou para os Cagões. Por favor aguarde. A sua chama- Eu – Foda-se! Tento a linha verde dos Cagões e não a linha de assistência em viagem visto não estar ninguém para me assistir.
Voz da atendedora automática – Ligou para os Cagões. Para informações gerais, prima 1. Para informações sobre sinistros, prima 2. Para informações sobre a nossa rede de representantes, prima 3. Escolho o 2 (o que é que querem? Achei que fosse a mais rápida…) Voz da atendedora automática - Por favor aguarde. A sua chamada foi colocada em linha de espera. Eu – Olha pronto. Voz da atendedora automática – Ainda não nos foi possível atender a sua chamada. Por favor aguarde. Desligo. Tento Assistência em Viagem de novo. Nada. Tento linha verde novamente. Escolho o 3. Voz da atendedora automática - Por favor aguarde. A sua chamada foi colocada em linha de espera. Eu – Fodaaaaaa-se!!! Ligo para Sr. Daddy. Desliga-me a chamada. Ai a merda. Ligo para casa. Atende a minha Mãe. Eu – Bom dia! Sra. Dna. Mummy – Bom dia. Porque é que estás a ligar a esta hora? Eu – O Pai? Sra. Dna. Mummy – Para quê? Eu – Oh. Fiquei sem travões. Sra. Dna. Mummy – BATESTE!!!!! Eu – Não! Porra, pá! Sra. Dna. Mummy – ATÃO O QUE É QUE ACONTECEU?!?!?! Eu – Acendeu a luz do óleo. Pelos vistos é a dos travões. Preciso que o Pai me veja aí o número do reboque na net porque os Cagões não me atendem. Sra. Dna. Mummy – Ele já deve estar no escritório. Liga para ele. Eu – Ok. O Sr. Mr. Gajo vem aqui ter comigo. Por isso, não te preocupes que não estou sozinha. Sra. Dna. Mummy – A ver mas é se chamas o reboque e vês o que se passa que não podes andar sem travões! Eu – Ok, Mãe!!! Até logo! Sra. Dna. Mummy – Liga para o teu Pai. Até logo. Experimento novamente linha verde. Escolho o 3. Menina Cagona – Bom dia. Fala a Cagona. Em que posso ajudar? Eu – Preciso de um reboque. Quer o número da apólice do seguro? Cagona – Sim, com certeza. Diga. Disse. Cagona – Estou a falar com? Disse. Cagona – Sra. Dona Me, vai ter que ligar para o número da assistência em viagem. Eu – Pois. Já tentei. Sei lá quantas vezes. Ninguém atente. Cagona – Ninguém atende? Aguarde em linha por favor. Aguardei. Cagona – Não me estão a atender. Vou ficar com o seu contacto para voltar a ligar depois de ter falado com a assistência em viagem. Eu – Ok. Então fico à espera. Cagona – Muito obrigada por ter ligado para os Cagões. Chega o meu Sr. Mr. Gajo. Eu – Oh, pá. Estes cabrões pá. Não me atendem! Sr. Mr. Gajo – Esses gajos são uns mentirosos do caralho. Eu – Cabrões de merda. Toca telemóvel. Eu – Estou? Cagona – Sra. Dna. Me? Eu – Siiiiim…. Cagona – Já contactei com a assistência em viagem. Um reboque vai estar aí no local entre 30 a 45 minutos. Eu – Mas como se eu ainda não disse onde estou? Cagona – Vou fornecer o seu número ao Reboque e eles entram em contacto consigo já de seguida para saber onde se encontra. Eu – Ok. Cagona – Muito obrigada por ter ligado para os cagões. 10 minutos depois, Sr. Mr. Gajo mete o carro a trabalhar e vê que os travões voltaram, mas não por completo. Abre o capôt para ver o nível do óleo. Sr. Mr. Gajo – Atão mas esta merda não tem óleo!!! HAHEHAHEHAHEHA!!! Eu – Não tem o quê?!?! Sr. Mr. Gajo – Olha! Sequinho!!! Tínhamos acabado de descobrir que existe uma relação directa entre a falta de pressão do óleo do motor e a falta de travões. Sr. Mr. Gajo – Chiiii!! Olha onde está o óleo! No chão! Eu – HUUUH?!?!?! Sr. Mr. Gajo – HEHAHEHAHEHA!!!! Eu – Oh, pá. Não percebo nada disto. Sr. Mr. Gajo – Liga mas é para eles outra vez que eles não ligaram para reboque nenhum, pá. É mentira. Eu – Oh, não sejas assim… Sr. Mr. Gajo – Liga… Liguei. Atende Cagão. Eu – Olhe, eu liguei há pouco por causa de um reboque… o meu nome é Sra. Dna. Me… Cagão – Aguarde, por favor. Aguardei. Cagão – A minha colega já contactou com o reboque da assistência em viagem. Eu – Mas está a demorar muito tempo e eu estou aqui a perder uma manhã de trabalho e-! Cagão – (silêncio) Eu – Obrigada então. Sr. Mr. Gajo – Liga para os gajos da Assistência. Eles não ligaram para ninguém, pá… Estão a mentir. Eu – Oh, valha-me santo foda-se para esta merda porra pá que merda! Liguei. Cagona – Ligou para os Cagões. Em que posso ajudar? Eu – Bom dia. Tenho estado a tentar falar convosco mas ainda não tinha conseguido. Penso que terão aí um pedido de assistência feito para o veículo Brutus. Foi a vossa linha verde que solicitou… Cagona – Não sei porque ainda não tinha conseguido! Isso é estranho!!! Ahhh… Brutus??? Eu – Sim…. Cagona – Lamento, mas não. Não tenho aqui nenhum pedido... Eu – Então faço-o eu agora! Peço um reboque para me vir buscar o Brutus!!! Cagona – Com certeza. Onde é que se encontra o Brutus? Expliquei. Cagona – O reboque estará aí dentro de poucos minutos. Obrigada por ter ligado para os Cagões. Olhei para o Sr. Mr. Gajo. Ele riu-se. Muito. Aí uns 20 minutos depois estava o reboque ao pé de nós. Eram 09:50 da manhã. Estava tudo avisado de onde estava. Tudo espantado com o motivo. Uma hora e meia depois do galheteiro do inferno, travei conhecimento com Cromo do Reboque GT. Continua. (Oh se continua...)