imagem: google
Para quem não sabia, os Homens, de facto e realmente, não são todos iguais (graças aos santinhos!!!)
Não sou a única a dizê-lo… Aqui também se diz e afirma. Depois de ter lido o post da Cem, lembrei-me de uma coisa que uma vez um professor (de pós-graduação… não se metam com ideias esquisitas) nos disse numa de educar as moçoilas para a vida…
Disse ele: Os Homens são sempre iguais independentemente da mulher com quem estiverem. Se falaram com a ex-namorada (etc) do vosso namorado sobre como ele é na cama, vão conseguir completar as frases uma da outra. As mulheres já não são assim; adaptam-se, aprendem, mudam para melhor se encaixarem com quem estão. Aí não dá para falar com ex-namorados. Pode parecer que estão a falar de duas Mulheres completamente diferentes.
Por experiência própria, sei que o que disse em relação às Mulheres é verdade… (sempre até certo ponto, obviamente).
A parte dos Homens, quando ouvi, deixou-me meio perplexa. Não podia ser! Então quer dizer que tudo quanto havia era apenas repetição de uma espécie de “modo automático” aprendido e testado como funcional e aplicável a todas? Mas que raio. Nem um esforço em melhor adaptar a coisa? Nem um pequeno trabalhito de I&D? Nada? Oh, pá.
É claro que não andei a inquirir ninguém sobre o assunto (era o que faltava) mas devo admitir que, pensando mesmo bem na coisa, parece-me mais ou menos certa (sim, sim, sim, eu depois espero para ver os vossos brilhantes comentários em defesa própria… sim, sim).
A Automatização do Acto, por parte dos Homens, parece-me uma opção lógica. Se é assim que funciona, se é assim que se gosta, para quê mudar? Pois… Nem por isso, meus caros.
Se formos perguntar aos Homens se sabem o que é que cada Mulher com quem estiveram mais gostava, é provável que não saibam dar respostas individuais. Perguntem às Mulheres. Elas sabem exactamente o que é que cada Homem com quem estiveram mais gostava… saberão dizer tudo. Tudinho.
Não estou a dizer, obviamente, que os Homens se estão pouco a lixar para estas coisas. Acho que a abordagem é mais do tipo “se não houver reclamação, é porque está tudo bem” ou então “se ela se vem, então…” (sabem lá vocês… mas isso é outro post).
O que vocês se calhar não percebem (ou percebem mal, ou percebem tarde e a más horas) é que nós vamos dando tantas dicas e tantas borlas de informação que quase que só falta pegar numa caneta vermelha e marcar X nos melhores sítios, ou escrever um “Manual de Utilização” (que vocês tanto gostariam…). Preguiçosos.
E antes que desatem a ter pitis, é claro que há excepções de ambos os lados. Há Mulheres que tomam o controlo da situação e que apenas vêem uma coisa; há Homens que são tão atentos e tão interessados que de repente transformam a coisa numa aula de anatomia…
Esse meu professor também nos deu umas dicas para ver certas coisas num Homem… Simpático o senhor.
Dizia ele que dava para ver como um homem seria na cama pela forma como se mexia (disse que com as Mulheres não era igual porque o nosso mexe-mexe dependia de tanta coisa que era mesmo preciso tirar um curso… Machista). Dizia ele que devíamos ter atenção a certos pormenores como os ombros… as ancas… como o Homem as mexe quando, por exemplo, está a dançar. Posições rígidas, sem movimentação, sem soltura, sem ritmo numa pista de dança normalmente são levadas para a cama. Mexer os ombros, ser capaz de mexer as ancas de forma independente, haver alguma rotação nas mesmas, haver ritmo, coordenação, aí já a coisa piava de outra maneira. Demasiados movimentos e seria o caos. Tudo na conta certa. Nós Gajas já sabemos disto há muito. De certeza que já todas passaram uma noite inteira embasbacadas a olhar um homem a dançar e a ter pensamentos obscenos sem saber exactamente porquê. Quantas não focaram os olhinhos nos movimentos sem os conseguirem desprender? Vá… admitam que vos faz bem libertar isso. E o que é que passava pela mente das moças? Queca. Simples. E o Gajo até podia nem ser nada de jeito.
(Tal como os homens fazem em relação às mulheres nestas situações, mas a história aí é diferente… Ainda que levem tudo para o mesmo campo, as Mulheres, inundadas por uma boa brasileirada e sabendo os passos da moda, disfarçam tão bem o que sabem mexer que, quando chega ao momento da verdade, a vara verde que tremia, tremia, tremia mais parece uma estaca bem enterrada e amovível).
Os Homens não são todos iguais e isso dá para ver logo em situações que nem imaginávamos. Basta andarmos mais atentas… Experimentem. 5.2.09
Eu conheço-te? Conheço...
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Para quem não sabia, os Homens, de facto e realmente, não são todos iguais (graças aos santinhos!!!)
Não sou a única a dizê-lo… Aqui também se diz e afirma. Depois de ter lido o post da Cem, lembrei-me de uma coisa que uma vez um professor (de pós-graduação… não se metam com ideias esquisitas) nos disse numa de educar as moçoilas para a vida…
Disse ele: Os Homens são sempre iguais independentemente da mulher com quem estiverem. Se falaram com a ex-namorada (etc) do vosso namorado sobre como ele é na cama, vão conseguir completar as frases uma da outra. As mulheres já não são assim; adaptam-se, aprendem, mudam para melhor se encaixarem com quem estão. Aí não dá para falar com ex-namorados. Pode parecer que estão a falar de duas Mulheres completamente diferentes.
Por experiência própria, sei que o que disse em relação às Mulheres é verdade… (sempre até certo ponto, obviamente).
A parte dos Homens, quando ouvi, deixou-me meio perplexa. Não podia ser! Então quer dizer que tudo quanto havia era apenas repetição de uma espécie de “modo automático” aprendido e testado como funcional e aplicável a todas? Mas que raio. Nem um esforço em melhor adaptar a coisa? Nem um pequeno trabalhito de I&D? Nada? Oh, pá.
É claro que não andei a inquirir ninguém sobre o assunto (era o que faltava) mas devo admitir que, pensando mesmo bem na coisa, parece-me mais ou menos certa (sim, sim, sim, eu depois espero para ver os vossos brilhantes comentários em defesa própria… sim, sim).
A Automatização do Acto, por parte dos Homens, parece-me uma opção lógica. Se é assim que funciona, se é assim que se gosta, para quê mudar? Pois… Nem por isso, meus caros.
Se formos perguntar aos Homens se sabem o que é que cada Mulher com quem estiveram mais gostava, é provável que não saibam dar respostas individuais. Perguntem às Mulheres. Elas sabem exactamente o que é que cada Homem com quem estiveram mais gostava… saberão dizer tudo. Tudinho.
Não estou a dizer, obviamente, que os Homens se estão pouco a lixar para estas coisas. Acho que a abordagem é mais do tipo “se não houver reclamação, é porque está tudo bem” ou então “se ela se vem, então…” (sabem lá vocês… mas isso é outro post).
O que vocês se calhar não percebem (ou percebem mal, ou percebem tarde e a más horas) é que nós vamos dando tantas dicas e tantas borlas de informação que quase que só falta pegar numa caneta vermelha e marcar X nos melhores sítios, ou escrever um “Manual de Utilização” (que vocês tanto gostariam…). Preguiçosos.
E antes que desatem a ter pitis, é claro que há excepções de ambos os lados. Há Mulheres que tomam o controlo da situação e que apenas vêem uma coisa; há Homens que são tão atentos e tão interessados que de repente transformam a coisa numa aula de anatomia…
Esse meu professor também nos deu umas dicas para ver certas coisas num Homem… Simpático o senhor.
Dizia ele que dava para ver como um homem seria na cama pela forma como se mexia (disse que com as Mulheres não era igual porque o nosso mexe-mexe dependia de tanta coisa que era mesmo preciso tirar um curso… Machista). Dizia ele que devíamos ter atenção a certos pormenores como os ombros… as ancas… como o Homem as mexe quando, por exemplo, está a dançar. Posições rígidas, sem movimentação, sem soltura, sem ritmo numa pista de dança normalmente são levadas para a cama. Mexer os ombros, ser capaz de mexer as ancas de forma independente, haver alguma rotação nas mesmas, haver ritmo, coordenação, aí já a coisa piava de outra maneira. Demasiados movimentos e seria o caos. Tudo na conta certa. Nós Gajas já sabemos disto há muito. De certeza que já todas passaram uma noite inteira embasbacadas a olhar um homem a dançar e a ter pensamentos obscenos sem saber exactamente porquê. Quantas não focaram os olhinhos nos movimentos sem os conseguirem desprender? Vá… admitam que vos faz bem libertar isso. E o que é que passava pela mente das moças? Queca. Simples. E o Gajo até podia nem ser nada de jeito.
(Tal como os homens fazem em relação às mulheres nestas situações, mas a história aí é diferente… Ainda que levem tudo para o mesmo campo, as Mulheres, inundadas por uma boa brasileirada e sabendo os passos da moda, disfarçam tão bem o que sabem mexer que, quando chega ao momento da verdade, a vara verde que tremia, tremia, tremia mais parece uma estaca bem enterrada e amovível).
Os Homens não são todos iguais e isso dá para ver logo em situações que nem imaginávamos. Basta andarmos mais atentas… Experimentem. 3.2.09
Coisas que eu sei…
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“… Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...” – Danni Carlos
Se formos por aí…
Eu não sabia que as correntes de distribuição dos carros dantes eram metálicas e que agora não são pura e simplesmente por causa do barulho que faziam… e que as dos Mercedes ainda são…
Eu não sabia que era possível chamar “Paneleiros” a uma mesa cheia de homens e eles rirem-se…
Não sabia que bastaria olhar nos olhos de uma amiga, perguntar “Estás bem?” e no segundo seguinte, sem ela dizer nada, eu saber que não e, ainda por cima, porquê…
Eu não sabia que existiam pessoas com tão baixo amor-próprio que seriam capazes das coisas mais incríveis para lixar o próximo…
Eu não sabia que se estendermos camisas e pólos e afins num cabide para secarem assim penduradinhas a coisa fica mais fácil de arrumar no estendal, secar e passar a ferro…
Eu não sabia que havia coisas pelas quais tínhamos de passar para podermos dar valor a outras que nem sequer tinham acontecido…
Eu não sabia que fazermos um furo na parte de cima de um pacote de sumo impede que o líquido saia às golfadas devido à entrada de ar…
Eu não sabia que seria capaz de ser tão forte para certas coisas e tão fraca para outras…
Eu não sabia que seria possível perder o controlo de mim própria em certas situações, ao ponto de não me reconhecer…
Eu não sabia que ser simpática com alguém me poderia vir a prejudicar…
Eu não sabia que a teimosia tinha níveis…
Eu não sabia que o amor era algo que nos escolhia…
Eu não sabia que para cozer carne e ela ficar tenrinha só se deve acrescentar o vinho (ou outra bebida alcoólica qualquer) só depois de a mesma estar cozida…
Eu não sabia que seria capaz de estar deitada durante duas horas e meia ao lado do meu cão, enroscada nele (um boxer lindo) e a dar-lhe iogurte de morango a beber da minha mão antes de o levarmos para ser abatido devido a doença…
Eu não sabia que deixaria que alguém fizesse com que eu mostrasse o pior de mim (o irreconhecível)…
Não sabia que iria descobrir, da pior forma possível, que tenho uma espécie de intolerância ao “chamon”…
Não sabia que fazer a minha vidinha normal (ser, ter e fazer o que quero), poderia ser uma ameaça tão grande para tanta gente…
Não sabia que a inveja é algo de tão poderoso que move mundos…
Eu não sabia que o olhar de alguém me poderia fazer sentir tão segura como um abraço daqueles bem apertados e longos…
Eu não sabia que seria capaz de aprender a ser tão tolerante com os outros…
Eu não sabia que as exigências eram inversamente proporcionais à nossa capacidade de resposta…
Eu não sabia que iria ser capaz de ser tão estupidamente cega em relação aos outros…
Eu não sabia que seria capaz de mostrar o melhor de mim sem qualquer tipo de esforço a quem realmente merece…
Eu não sabia que existem pessoas que comprovam a teoria das aparências e primeiras impressões serem completamente falsas (para o bom e para o mau)…
Eu não sabia que teria reflexos e instintos tão rápidos quando em situações menos boas…
Eu não sabia que iria ter que aprender a confiar mais no meu instinto, para o bom e para o mal…
Não sabia que haveria coisas tão belas que choraria de emoção…
Eu não sabia que há dores que ultrapassam tudo e se tornam físicas…
Não sabia que há alegrias que ultrapassam tudo e nos fazem rir e sorrir sem mais nem menos, só de lembrarmos…
Eu não sabia que a memória seria algo de tão selectivo…
Eu não sabia que aquele coração partido se iria remendar…
Eu não sabia que há de facto pessoas pelas quais se guarda sempre um cantinho do coração…
Eu não sabia que as amizades são coisas fortes e absolutamente inquebráveis quando boas…
Eu não sabia que seria tão fácil dizer “não”…
Eu não sabia que seria tão difícil dizer “sim”…
Eu não sabia que deixar de fumar seria tão difícil…
Não sabia que seria capaz de ter saudades de coisas que nunca tive… de pessoas que nunca conheci…
Eu não sabia que não iria saber nada sobre mim se não tivesse a ajuda dos outros…
Eu não sabia. Não sabia.
2.2.09
Acontece
Escrever é, para mim, algo que me acontece.
Acontece-me. Não consigo explicar de outra forma.
Não escrevo como falo, não falo como escrevo. Não penso como escrevo e, quando escrevo, não penso. Escrevo. Simples.
Não passo três horas a pensar no que escrever ou a rever o que escrevo para ver se está “perfeito”. Normalmente apenas corro os olhos na página para ver possíveis erros detectados pelo corretor ortográfico…
Eu nunca fui de escrever. Não tenho livros e pastas cheias de papel escrito desde há dez anos atrás. Não tenho ficheiros guardados no pc com textos produzidos em momentos de maior apetência para a coisa. Para além de não ter tempo para essas coisas, escrever por escrever não me diz nada. Nadinha. Ou estou inspirada, ou não estou. Tenho este blog há dois anos e pouco e penso que toda esta minha despreocupação em relação à escrita é facilmente evidenciada pelo próprio nome do blog… Sou demasiado honesta e realista para não chamar boi a este boi em particular…
Isto tudo para dizer que nunca tive desejos de escrever… de ser escritora… de me dedicar a esta coisa que é juntar letras e palavras e frases e parágrafos até se ter “algo” para mostrar. Não fico envaidecida por uma frase me sair bem, por conseguir transpor para a escrita uma ideia ou um sentimento que me dá ou deu num qualquer momento da minha vida.
As coisas que aqui digo, o que aqui deixo, o que aqui me permito deixar, é meu. Sou eu. É o que penso. Quem me conhece e sabe que tenho o blog não vê diferença nas ideias, nos princípios, na forma de expor as coisas. Podem nunca ter lido o que digo quando se vai tomar um café, mas não me estranham. Este blog sou Eu, versão escrita. É claro que não sou Eu por completo, mas sou eu. Há coisas que por vezes me passam pela cabeça deixar aqui e que não o faço porque acho que são demasiado minhas. Entram num terreno demasiado parecido com “Querido diário” e, sinceramente, acho que ninguém vem aqui (eu incluída) para se entreter com essas coisas.
Penso (acredito) que quem “me” conhece não estranhou o texto que fiz para o desgraçamento em blog alheio. Não subestimo ninguém ao ponto de achar que nunca terão pensado que algo daquele género poderia sair desta cabecinha. Quem é que ficou verdadeiramente surpreendido com o texto (não com a publicação do mesmo, porque com isso até eu fiquei…mas com o conteúdo em si)? Quem? Ninguém, arrisco. Coisas destas têm mais a ver com as outras tais coisas que me permito deixar aqui. Sou perfeitamente capaz de escrever um texto explicitamente descritivo do acto de quecar, mas porra, de que me valia? Confirmar que sou uma pessoa normal que tem vida sexual e que até sabe dar nomes às coisas e descrever para que servem? Haveria de me valer de muito. A quem aqui vem então…
Eu tenho um blog. Escrevo para o manter porque é algo que me dá prazer. Porque é algo que me diverte. Que me faz bem. Escrevo sobre coisas estúpidas, sobre coisas parvas, sobre coisas sem nexo. Às vezes não. Digo coisas que não devia, outras digo porque posso, outras ainda porque me apetece. Não tenho especial gosto em publicitar o facto de ter um blog… pouquíssimas pessoas que me conhecem sabem que o tenho. Gosto de o ter. Simples.
Não tenho cuidados com o que escrevo. Atropelo as regras gramaticais. Cago de alto nas regras de pontuação e na linguagem que uso. Não sigo estilos, modas ou preferências.
Este blog é meu, faço o que quiser dele, meto cá o que quiser. Comenta quem quiser, desde que não ultrapasse as marcas (o que já aconteceu numa ocasião e que me obrigou a fazer algo que detestei ter feito – apagar comentários de leitores).
Por tudo isto, quero apenas deixar aqui um sincero obrigado a quem se dá ao trabalho de aqui vir sem questionar que o princípio é este que descrevi. Quero deixar um sincero obrigado a quem aqui vem sem ideias pré-concebidas, sem esperanças de ser arrebatado por uma escrita diabolicamente boa, por ideias tão à frente que pasmam, por temas tão bons que inspiram.
Eu, sou Eu. Me.
Tenho um blog. Este. Tanto escrevo sobre o papagaio X’Quim, como sobre sexo anal.
A vocês agradeço não me limitarem nesta forma de estar. Agradeço quem visita e não exige. Agradeço perceberem que isto é o que é. Nem mais, nem menos.
Agradeço-vos.
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