8.5.12

Para compensar.

Para vos compensar de post anterior, fiquem a saber que saco das Pesquisinhas Deprimentes está, mais uma vez, cheio de coisas boas-boas-boas (para mal dos meus pecados). Para breve.
E pronto! Tankiú! 

Interlúdio Literário (ou qualquer coisa do tipo).

imagem: google


Dentro do espírito do novo espírito aqui do tasco, e para elevar um cadito o nível que isto tem andado meio turbulento, vamos prosseguir com pequeno apontamento literário mais requintado (ou qualquer coisa do tipo).
Isto é só para que não se pense que sou total e completa besta mal-disposta e rancorosa para com o mundo ou para com gente totó que se arma em parva e me cansa no mau sentido do termo -  
Bem. Não interessa.
Fica o registo.
Voltaremos à programação habitual em breve.

LOVE UNFOUND.
If you’re to come, when will you come?
If you’re to stay, where will you stay?
If you’re to be, what will you be?
Who will I be with you?
I know who I am without you.
Who will I be near you?
Who I am far from you?
Will you come and sweep me off my feet?
Save me from myself?
Save me from all the others that aren’t you?
Will you know me?
Will I know you?
Will we know?
Will we?
Will I?
Will you?
I will, if you do.
I will, if you come.
I will, if you come and make everything else feel like the journey to you.
I will.
Will you?
Yes, of course you will.
I can’t live thinking you won’t.

2.5.12

Salada de Polvo.

imagem: google


Para além dos nomes ditos “fofinhos”, há outra coisa que as mulheres (no geral) não gostam.
Quer dizer, há muitas, mas esta foi-me recordada no seguimento de post anterior e, pela parte que me toca (passe a piada… já vão perceber), tenho de concordar.
O Homem Polvo.
O Homem Polvo que, logo numa situação inicial de contacto mais íntimo, se arma em bichano com oito tentáculos e se mete a explorar todos os cantos e recantos do corpo de uma mulher, mesmo quando o objectivo, ou resultado, não poderia ir por aí (seja pelo que for).
Ele é apalpadelas de mamas, mãos enfiadas pelas calças abaixo, camisolas acima… línguas em sítios onde não deviam pensar ir quanto mais tentar ir… Todo um variadíssimo leque de toques e retoques que, muitas vezes, podem ser desconfortáveis e desnecessários, especialmente se o local não for adequado (convenhamos que, por vezes, estes primeiros episódios de contacto mais íntimo não se dão no sossego de uma sofá, por exemplo, mas na trambolhice que pode ser o banco de carro, com travão de mão e alavanca das mudanças à mistura… para além dos transeuntes que por vezes dão miradas para dentro de bólide para ver que reboliço é aquele).
Se o objectivo de tal contacto inicial for, de parte a parte, haver sexo, força nisso! Haja apalpadelas e sugadelas e outras coisas afins! Siga! Que se lixem os transeuntes e as nódoas no banco do carro!
Mas, se não for… então, e agora expliquem-me por favor porque devo fazer parte do grupo de gajas que entendem que só me apalpam as mamas se eu quiser e me apetecer, então, como estava a dizer, porque o fazem? Para terem o prazer de ver mão retirada de local para onde ela tanto deseja ir, ainda que não vá lá fazer nada? Fazem-no porque acham que estão a prazeirar gaja? Porque querem tratamento igual? Gostam que vos enfiem as mãos pelas calças abaixo, mesmo sem haver hipótese de mais alguma coisa? A sério? Ou gostam de passar uns bons momentos numa espécie de luta livre com gaja alvo de vossos desejos porque, como sempre, Não é Sim e Sim é Já?
Não entendo. E não sou a única. E as gajas falam… muito. E fazem caretas e encolhem-se todas quando falam de certas coisas...
Gajo que é gajo não se atira logo à primeira por caminhos que devem ser descobertos a dois e por vontade de ambos (e em sítios minimamente mais convenientes, admitamos). Os polvos são bons é numa bela salada, cortados aos bocadinhos e temperados de azeite e vinagre. Dentro das calças de uma mulher quando ela assim não o deseja e o transmite, não (a não ser que o queira e assim o transmita, claro). Vocês… já sabemos. Farão qualquer coisinha por ter outra mão que não a vossa dentro das vossas calças.
Já não há respeito. E, sinceramente, também já não há cú que aguente.
Se a gaja quiser, ela dir-vos-á. Ou vocês nunca tiveram o prazer de ter gaja a guiar-vos a mão para onde ela quer que a mesma esteja? Pensem nisso… (e não, foda-se. Vocês fazerem isso é ordinário. O mundo é assim. Azar).
‘Tá, fofinhos? Queridinhos lindinhos!