26.5.09

Confessem-se, seus Pecadores!

imagem: google
Eu, a Descrente-Mor cá do estamine, decidi abrir aqui um espacinho para o pessoal confessar o inconfessável. Porquê? Porque me apetece. Tenho andado com repeniques de engasgos de coisas meio atravessadas aqui na goela, coisas inconfessáveis, e quero cúmplices para a tarefa de libertação. Por isso, aproveitem, libertem-se, desengasguem-se. Confessem o que nunca confessariam a ninguém por nada neste mundo. Como sou simpática, até vou aceitar comentários anónimos ou com nicks totós… Mas só até ao próximo post!!!
Me first!!! Me first!!! Eu confesso que tenho uma vontade enorme de ir ter com uma vizinha minha e contar-lhe que o marido descobriu, por meios ilícitos, o meu número de telefone para depois me mandar mensagens de bons dia e o raio que o parta e que foi por causa disso que o meu Sr. Mr. Gajo uma vez lá foi bater à porta sem mais nem menos e sem ela ter percebido porquê. Confesso que tenho um desejo secreto de um dia partir a mão (e outros objectos também) na cara de uma pessoa que me é muito especial por sempre me ter tratado bem e nunca me ter feito mal nenhum, mesmo que isso signifique não mais poder utilizar o teclado como o consigo usar hoje. Confesso que desde pequena, mas mesmo pequena, que tenho um desejo enorme de um dia estar bem no centro de uma daquelas brigas de bolos cheios de creme… tipo filme… com tartes de chantilly a voar e montes de pessoal a participar na coisa (isto desde o meu 5º aniversário quando perante bolo enorme coberto de creme tive o desejo súbito de alguém me empurrar e eu aterrar de cara dentro do mesmo… pancadas, o que é que querem…). Confesso que comecei a chuchar no dedo quando tinha 5 anos, de propósito, de forma consciente e intencional, quando a minha Mãe decidiu que a minha chucha tinha de ir para a minha irmã porque ela gostava era daquela e não da dela. Lembro-me perfeitamente de estar deitada na cama nessa noite e de ter enfiado o dedo na boca e pensado: Então, se não me deixas ficar com a chucha, vou começar a chuchar no dedo!! Pronto! Confesso que houve uma noite, quando também tinha aí uns 5 anos, que acordei com frio e fui roubar uma manta à cama da minha irmã, deixando-a meio destapada e só com lençol (os meus 5 anos foram muito traumáticos pelos vistos…). Pronto. O resto deixo para os comentários anónimos ou com nicks totós… Agora é a vossa vez. Siga!

20.5.09

Minh'alma está parva.

Ainda não me tinha dado ao trabalho de ir ver (ouvir) pelos meus próprios ouvidos. E agora que o fiz, só posso dizer que fiquei parva, mais do que o costume, com o que ouvi.

AQUI

Sra. Professora, A frustração, a pequenez de espírito, o vazio de alma e a demência da mente são elementos que com o devido acompanhamento médico podem ser suavizados, por vezes ao ponto de deixar o doente tão suave que nem uma palavra profere. Convenhamos que o mutismo seria, no seu caso, uma bênção para todos: para as crianças, para os pais das crianças, para os outros elementos da sua classe profissional e para cada homem e mulher neste país que, como eu, se sente verdadeiramente chocado e envergonhado com a absoluta falta de competência técnica e humana para fazer outra coisa que não ocupar-se de vegetar serenamente em quarto almofadado. Pegue, Sra. Professora, nos seus 12 anos de escola, mais 4 de universidade, mais 2 de estágios, mais 2 de pós-graduação e mais 1 de especialização e, com todo o cuidado deste mundo, enfie-os no cu. Caso necessite, conheço quem bem a poderá educar quanto a esta prática, sendo que até uns desenhos e uns manuais lhe fornecerão para poder estudar para o teste final. Você, minha Senhora, é o exemplo acabado e perfeito daquilo que perfaz os pesadelos dos pais e filhos deste país, daquilo que alimenta os piores pesadelos dos restantes professores que, devido a si, terão de se esforçar no dobro para provar que exemplos como o seu não devem ser generalizados, nem tomados como sendo repetíveis. Até à gravação do seu elegante e bem proferido discurso, a Sra. constituía mito urbano que atormentava todas as crianças que sabiam mais cedo ou mais tarde terem que ser alunos seus. Que voltem a dormir sossegadas e sem ânsias por saberem que não andará à solta num qualquer estabelecimento de ensino deste país (pelo menos assim o espero). Foi suspensa de suas actividades por quem de direito. Tardou, a decisão (culpa das novas tecnologias e do facto de nunca ninguém ter acreditado nas histórias que se contavam a seu respeito). Devia era ser suspensa de um chaparro pelo dedo grande do pé, após coberta de estrume de animais de quinta, sendo apenas alimentada com pedacinhos de pão podre e água estagnada. Enquanto pessoa, mulher, professora e ser humano, a Sra. constitui um autêntico erro da natureza. Lamenta-se apenas que também o aborto tenha demorado tanto tempo a chegar ao povo, tal como as novas tecnologias assim o demoraram. Passe bem.

Hehahehaheha!!!! :)

imagem: google
Porque sou uma gaja simpática, eis uma foto que me fez rir a bom rir e que dará algum prazer ao pessoal que prefere as touradas vistas por esta perspectiva. Reparem nos pormenores da coisa… A fila da frente: - Composta por senhores que já têm idade para ter juízo. - Senhor do lado esquerdo com ar aborrecido e chateado pelo incómodo da situação de ter um touro com aí uns 600 kgs a saltar-lhe para o colo. - O senhor seguinte a levar as mãos à boca, com ar de horror. Está com ar de homem que entra na casa de banho das mulheres por engano e vê o que não devia… Que horror! - Senhor do lado direito, de olhos esbugalhados, incrédulo com aquilo tudo. Quase que se consegue ver as palavras “Cabrão do touro passou-se!” a saírem-lhe pelos olhos… O que eu gostava de ver mesmo era a cara do gajo tapado pelo touro… o que está a levar com ele de frente mesmo. Isso é que era imagem que adoraria ver… Reparem nos elementos da fila seguinte. As senhoras, divertidas, ainda sorriem. Ainda estão naquele cagagésimo de segundo de tempo que demora a entender a coisa… ainda não lhes chegou a informação por completo… O Senhor, ligeiramente mais rápido de raciocínio, ainda sorri mas já reage… está a levantar-se, o sorriso a desaparecer… e ele também! E prontos. Eu vou de feriado. Bom fim-de-semana minha gente, bom fim-de-semana.